Review – Cemitério Maldito ( Pet Sematary – 1989 ).

Como em muitas de suas adaptações mais uma participação de Stephen King.

 

Por Calil Neto

11 de fevereiro de 2019.

Cemitério Maldito ( Pet Semetary – 1989 ) é um dos meus favoritos filmes adaptados de um livro do tio Stephen King sem falar que o livro é um dos maiores clássicos escrito por ele em sua vasta e memorável carreira. Principalmente a do comecinho da carreira em que estava mais inspirado. O longa com a Paramount como uma das produtoras é dirigido por Mary Lambert com o roteiro do próprio King ( alguém melhor para roteirizar a adaptação de seu próprio livro ?) e traz em sua trama uma família que vem morar no Maine em uma casa próxima a um cemitério de animais e a um cemitério indígena que tem a capacidade de reviver os animais mortos e também as pessoas. Essa casa também tem uma estrada por onde passa dia e noite carros e enormes caminhões que sempre estão atropelando e matando os animais do local. O gato da família Church morre e através do auxilio do vizinho Jud ( Fred Gwynne )  é levado para o cemitério indígena e renasce do mundo dos mortos. Logo em seguida o garotinho Gage ( Miko Hughes ) é atropelado por um caminhão na estrada ao redor de sua casa e também perde a vida. Seu pai Louis Creed ( Dale Midkiff ) depois que a esposa Rachel ( Denise Crosby ) decide ir embora da cidade com os seus pais quer desesperadamente reviver o filho Cage morto e o transforma sem querer em um maldoso morto-vivo. Sem falar na assombração de Victor Pascow ( Brad Greenquist )  com uma caprichada maquiagem que fica atormentando alguns dos personagem da trama e na irmã adoecida de Rachel que morreu quando ela era ainda pequena e ainda nas lembranças a ficava assustando. Uma puta estória interessante e envolvente que somente poderia vir da mente de Stephen King. É uma adaptação bem assustadora e impressionante. Espero que essa tentativa de remake de 2019 no aniversário de 30 anos do filme original não faça feio.

 

 

 

Sempre a cultura pop seja na literatura ou no cinema quis abordar a imortalidade do Homem e a volta do mundo dos mortos sem falar no debate da finitude do ser humano. e a busca do Homem pela vida eterna. Lembra do livro clássico de Mary Shelley e o seu monstro Frankenstein ? Lembra dos filmes de George A. Romero que o consagraram?

 

 

 

Nota: 4,0 de 5,0.

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