Review – Império Perdido ( The Lost Empire – 1984).

Por Calil Neto

01 de dezembro de 2018.

Eu nunca tinha visto tanta mulher bonita em um filme como em Império Perdido ( The Lost Empire – 1984) dirigido e escrito pelo norte-americano Jim Wynorski, o mesmo do já citado aqui no blog Calil no MUNDO POP Chopping Mall que foi produzido logo depois de Império Perdido.  É claro que mulheres bonitas não podem faltar em seus filmes e acredito que em seus longas a proposta não é ter uma trama relevante mas sim mostrar a beleza das atrizes.

 

 

 

 

Em uma produção dentro do cinema fantástico de baixo orçamento temos em um filme uma mistura do seriado As Panteras ( Charlie´s Angels) com Os Aventureiros do Bairro Proibido de John Carpenter se assim podemos comparar.

Na trama temos um trio de belas garotas quase semi-nuas ou completamente sem roupa que partem com uma missão para uma ilha onde garotas participam de jogos de artes marciais e são escravizadas. A policial Angel Wolfe vivida pela bela Melanie Vincz quer vingança após o seu irmão também policial ser assassinado tentando parar uma gangue de ninjas que estão roubando uma joalheria. Com as amigas Whitestar ( Raven De La Croix ) que não sei se pertence a uma tribo indígena e tem poderes especiais e a ex-presidiária, a também loirérrima Heather McClure ( Angela Aames ), vão à misteriosa ilha em busca de justiça. Angel na investigação chega ao nome do Dr. Sin Do com passageira participação da lenda do horror o lendário Angus Scrimm ( o eterno The Tall Man da franquia Fantasma ) que está na organização do evento de artes marciais na ilha local com o nome de um antigo mago imortal chamado Lee Chuck.

 

 

 

O eterno Angus Scrimm.

 

Um belo passatempo e divertida distração!!!

Nota: 3,0 de 5,0.

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Meu TOP 15 dos blockbusters mais aguardados nos cinemas para 2019.

O novo Terminator.

 

Por Calil Neto

01 de dezembro de 2018.

Neste post estão alguns dos filmes blockbusters mais aguardados do blog Calil no MUNDO POP para o ano de 2019. Tem muita coisa bacana. Nada tão impressionante, mas é um ano com filmes medianos e alguns que podem até surpreender. Tem alguns filmes infantilóides na lista se posso assim falar mas que eu particularmente curto.  Acredito que venha coisa boa dentro do cinema independente!

 

FILME EXTRA AGUARDADO  – Homem-Aranha: Longe de Casa (2019).

 

15- Bill & Ted Face The Music – vamos ver se sai em 2019!

 

 

14- Aladdin (2019)

 

 

13 – O Rei Leão ( 2019)

 

 

 

12 – Godzilla: King Of The Monsters

 

11 – remake de Cemitério Maldito (2019)

 

10 – Bem Vindos à Marwen

 

9 – Uma Aventura Lego 2

 

 

 

 

 

8- Alita: Anjo de Combate

 

 

 

7- It: A Coisa – Capítulo 2

 

6 – Remake de Brinquedo Assassino ( Child´s Play – 2019 )

 

5 – Vingadores 4 ( Avengers 4 )

 

4 – Vidro de M.Night Shyamalan

 

 

3 – Coringa

 

 

2 – O Exterminador do Futuro 6 ( Terminator 6)

 

MY TOP ONE – Star Wars – Episódio 9

 

 

 

Review – Brinquedos que marcam época (2a temporada – 2018).

 

Por Calil Neto

19 de novembro de 2018.

Depois do sucesso da primeira temporada neste post escrevo sobre a 2a temporada da série documentário da Netflix, Brinquedos que marcam época ( The Toys that made us ), lançada no serviço de streaming neste ano. É uma série para quem curtiu esses fantásticos brinquedos durante a infância e quer matar a saudade voltando no tempo.

 

Com uma narração caricata e descontraída como na primeira temporada os brinquedos prestigiados nesta segunda temporada são os bonecos do Star Trek, os robôs do Transformers lançados nos Estados Unidos pela Hasbro ( também dos bonecos G.I. Joe) e Takara com forte influência de robôs da cultura nipônica com HQs do seu universo lançados pela Marvel em solo americano. Um universo de grandes robôs que ganharia um filme em animação, Transformers: O Filme em 1986. A segunda temporada também traz o famoso brinquedo de montar e desmontar da Lego que teve origem na Dinamarca e também ganhou fama ao redor do mundo. Para finalizar a temporada temos a fofa e estimada Hello Kitty do estilo kawaii( ou fofo) dentro da cultura pop japonesa. Personagem criada nos anos 70 pela empresa nipônica Sanrio que tem como uma de suas admiradoras a ricaça Paris Hilton. Na verdade Hello Kitty é Kitty White. Sempre foi um foco de debate entre os fãs se Hello Kitty tem ou não tem uma boca. Segundo um poderoso da empresa japonesa esse debate nos reflete que a humanidade deve mais se preocupar com as suas atitudes que toma perante o próximo do que com as palavras que falamos.  Segundo uma matéria do grupo Globo, o G1, Hello Kitty não é uma gata, mas sim uma personagem humanizada. Para mim meio contraditório né!

 

 

 

 

Uma série muito bacaninha e fabulosa principalmente para quem curtiu essas épocas mágicas na infância. Aliás, brinquedos e action figures não são apenas para crianças!

Nota: 3,5 de 5,0.

Review – Best F(r)iends: Volume 1 (2017).

 

Por Calil Neto

04 de novembro de 2018.

Após o filme The Room (2003), considerado um dos piores filmes de todos os tempos ( e merece muito bem esse crédito!) e com a adaptação do livro dos bastidores do filme em Artista do Desastre com indicação esse ano ao prêmio do Oscar, fiquei interessado na carreira do estranho ator, diretor, produtor Tommy Wiseau.

 

Neste longa, Best F(r)iends: Volume 1, com direção de Justin MacGregor com distribuição da Lionsgate e roteirizado, produzido e atuado por Greg Sestero que fez o personagem Mark, importante na trama de The Room, temos ele como Jon um mendigo desolado que consegue um emprego no necrotério de Harvey vivido pelo grande Tommy Wiseau. Harvey coloca uma máscara de borracha no rosto desfigurado dos clientes falecidos. Jon passa a ficar com um visual bacanérrimo e deixa a miséria e para enriquecer começa a fazer uns negócios com os dentes de ouro dos mortos encontrados no necrotério de Harvey. Depois temos uma briga entre os dois personagens por causa do milionário dinheiro.

 

 

 

 

O título do filme Best F(r)iends faz uma referência às palavras grandes amigos ou demônios, não sei se inimigos. Algo que deixa o espectador a refletir se eles, Jon e Harvey, são os melhores amigos ou grandes inimigos. Algo que deve ser revelado no volume 2 de Best F(r)iends.

Um interessante filme para os fãs de Tommy Wiseau e Greg Sestero, mas que deixa a desejar. Um filme simples na sua realização. Vamos aguardar se nos surpreende no volume 2!

 

Nota: 3,0 de 5,0.

Review – Death Kiss (2018).

 

 

Por Calil Neto

02 de novembro de 2018.

Você já imaginou um ator parecidíssimo com o icônico ator norte-americano de western e action movies Charles Bronson? Sim ele existe, um sósia do saudoso ator que ficou  conhecídíssimo pela franquia cult Desejo de Matar: o húngaro ator Robert Kovacs Bronzi que teve a voz dublada em inglês em sua pós-produção.

 

Robert Kovacs

 

O filme do cinema independente em questão é Death Kiss de 2018 título que deve vir como uma referência aos filmes Desejo de Matar é dirigido, roteirizado e editado por Rene Perez que também é compositor das trilhas sonoras do longa. Ele faz quase tudo em seus filmes. From Hell to the Wild de 2017 é outro filme de sua carreira que também traz o ator-sósia além de  Escape from Death Block 13 (2018) do diretor Gary Jones.

 

Death Kiss poster 2018

 

Death Kiss é bem aquele filme de baixo orçamento com muito gore e passa até a ser trash que trabalha bem em seu clima de suspense. Em alguns momentos com um personagem vivido por Robert Kovacs que é vigilante que lida com os maiores criminosos e que dá uma boa grana para Ana ( Eva Hamilton ) que tem uma filha pequena paraplégica que levou um tiro na espinha. Ana não sabe por que o personagem de Kovacs fica sempre fazendo essas “doações” para ela e sua filha. Atração por Ana ou ele foi o responsável pelo tiro na espinha da garota?

 

Destaque para Daniel Baldwin, irmão de Alec Baldwin, que faz um locutor de rádio.

 

Um filme simples, tosco na forma em que foi produzido, mas que leva aos fãs de Charles Bronson a uma viagem no tempo.

 

Daniel Baldwin

 

Nota: 3,0 de 5,0.