Review – Fragmentado ( Split – 2016 ).

 

 

Por Calil Neto

11 de agosto de 2018.

Com o filme O Sexto Sentido (1999) fiquei fissurado nos trabalhos envolvendo o nome do indiano M. Night Shyamalan. Fragmentado ( Split – 2016 ) faz parte da franquia do diretor indiano M. Night Shyamalan iniciada em 2000 com Corpo Fechado (acredito que na época nem tinha a pretensão de com o filme lançar uma franquia) que já teve um texto escrito aqui no blog Calil no MUNDO POP.  

SPOILERS 

Na trama com roteiro de M. Night Shyamalan temos 3 garotas que entram dentro de um carro e no lugar do pai das garotas está o anti-herói com 23 personalidades do longa chamado Kevin Wendell Crumb interpretado pelo ator James McAvoy que leva essas garotas para ficarem enclausuradas em um porão totalmente fechado que fica em sua casa que não se sabe a localidade. Destaques para a atriz Anya Taylor-Joy do também belíssimo e clássico A Bruxa de 2015 que interpreta uma estranha garota Casey Cooke que das três é a que sabe melhor lidar com o psicopata e a terapeuta Karen Fletcher vivida pela atriz Betty Buckley que lida com a mente humana. O personagem de James McAvoy será um novo Norman Bates da cultura pop?

 

 

 

No desfecho do filme nota-se a identidade  A Fera de McAvoy que também é um tipo de super-herói do mal com poderes especiais. Ele leva tanto tiro da personagem de Anya Taylor-Joy que não morre. O filme já deixa brecha para o longa Vidro (Glass – 2019), terceiro filme da franquia.

 

 

 

FILMAÇO! James McAvoy merecia um Oscar por esse enigmático personagem.

 

 

Nota: 3,5 de 5,0.

 

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Review – Milagre na Rua 34 (1947).

 

Por Calil Neto

07 de agosto de 2018.

Milagre na Rua 34 ( Miracle on 34th Street – 1947) é dirigido por George Seaton e com  roteiro dele junto com Valentine Davis que escreveria livro homônimo baseado no roteiro de um dos maiores clássicos que se passa no Natal.

No longa temos o Papai Noel Kris Kringle, interpretado pelo oscarizado Edmund Gwenn , que é tido por boa parte dos personagens da trama como um louco que acredita ser o querido Papai Noel. Esse Papai Noel nada convencional conquista adultos e crianças. Não é Susan Walker ( Natalie Wood ) filha da personagem Doris Walker, vivida pela  a atriz Maureen O’Hara, a Esmeralda do belíssimo O Corcunda de Notre Dame de 1939?

 

 

Esse é um dos filmes mais amados do cinema envolvendo o Natal e o bom velhinho Papai Noel. Um filme eterno ótimo para se assistir no final do ano pertinho do Natal. Milagre na Rua 34 foi MERECIDAMENTE prestigiado com 3 Oscars em 1948: Melhor Ator Coadjuvante para Edmund Gwenn, Melhor Roteiro Adaptado para George Seaton e Melhor História Original para Valentine Davis.

 

 

Nota: 4,0 de 5,0.

Review – Dead Night ( 2017 ).

Por Calil Neto

05 de agosto de 2018.

Com produção executiva de Don Coscarelli temos Dead Night (2017) com direção e roteiro de Bradford Baruh estrelado pela musa dos filmes de terror dos Estados Unidos Barbara Crampton que ficou conhecida como scream queen em um passado nem tão remoto assim. Lembra de Re-Animator ?. No roteiro também temos as mãos de Irving Walker.

Na trama que se passa primeiramente nos anos 60 quando uma jovem dá a luz a uma criança do mal. Depois temos no tempo presente no ano de 2015 quando um noticiário sensacionalista da televisão americana, Inside Crime, tenta solucionar um crime de uma Mãe Machado, Casey Pollack ( Brea Grant ), que teria matado toda a sua família em um recinto tido pela família como espiritual para tratar do câncer do pai da família, James Pollack ( AJ Bowen ). Nesta viagem em um lugar com muita mata, florestas e nevasca esta família encontra nas proximidades caída a enigmática Leslie Bison ( Barbara Crampton ) que parece um ser demoníaco que no longa concorre a um cargo político e que não vai trazer coisas boas para essa família que está de viagem.

Um filme com atmosfera surreal em alguns momentos com bruxaria, demônios e o sobrenatural com um trabalho muito bacana de maquiagem e efeitos visuais. Até que temos um filme bem boladinho. Um dos grandes trabalhos da miss Barbara Crampton.

Nota: 3,0 de 5,0.

Review – You Can´t Kill Stephen King (2012).

 

 

Por Calil Neto

04 de agosto de 2018.

Você já assistiu um slasher cujo assassino pode ser o próprio escritor de filmes de terror conhecido mundialmente Stephen King ? Essa é a premissa do cinema independente  norte-americano do longa de baixo orçamento You Can´t Kill Stephen King  de 2012 dirigido por Ronnie Khalil, Monroe Mann e Jorge Valdés-Iga com roteiro dos dois primeiros e Bob Madia.  Ronnie Khalil e Monroe Mann também atuam no longa.

 

Um grupo de jovens amigos vai para o Maine, estado de Stephen King, para encontrá-lo. Começam a acontecer mortes com diversas referências de livros de Stephen King como O Iluminado e IT – A Coisa e os membros do grupo passam a suspeitar um do outro pela culpa dos assassinatos. Até o escritor Stephen King é suspeito. Quando estava conferindo esse filme tive a sensação de voltar aos anos 90 com Pânico de Wes Craven e até Eu sei o que vocês fizeram no verão passado. A roupa do vilão do filme é parecida com a roupa deste último filme mencionado no parágrafo, Eu sei o que vocês fizeram no verão passado.

 

 

 

O filme é divertido, para não se levar a sério. É mais como um passatempo. É ruim, com péssimas atuações, mulheres semi-nuas e escrachado.  Ruim para cacildes!  Gostaria de saber a opinião do escritor Stephen King a respeito desse filme. Já esperava isso do filme. Stephen King levou um murro com esse filme.

Nota: 2,0 de 5,0.

 

Review – A Felicidade Não Se Compra ( It’s a Wonderful Life – 1946 ).

 

 

Por Calil Neto

31 de julho de 2018.

A Felicidade Não Se Compra de 1946 é um dos maiores clássicos do cinema norte-americano e com certeza um dos filmes da minha vida. Neste post não vou deixar de filosofar um pouco pois esse filme deixa uma belíssima mensagem para o espectador.

Dirigido por Frank Capra em um dos filmes mais famosos em que se passa nas proximidades do Natal temos o lendário ator James Stewart de filmes de Alfred Hitchcock como Janela Indiscreta, O Homem que sabia demais, Um Corpo que Cai na pele do personagem-banqueiro George Bailey que na cidade de Bedford Falls é uma pessoa muito querida que tem o sonho de viajar o mundo e que gosta muito de ajudar as pessoas principalmente aos mais pobres. O cara maldoso o agiota e cadeirante senhor Potter interpretado muito bem por Lionel Barrymore vai tentar prejudicar o banqueiro. Tem um momento no filme quando George Bailey já casado com Mary Hatch, vivido pela atriz Donna Reed, e com vários filhos, é prejudicado no trabalho, tem prejuízo financeiro, e tenta se jogar de uma ponte, quando é socorrido por um anjo, sim um anjo, chamado Clarence ( Henry Travers ). George fala para ele que não queria ter nascido e Clarence atende seu desejo e o coloca em uma situação futura em uma cidade chamada Pottersville (nome que vem do agiota maldoso, senhor Potter, que provavelmente dominou o local) que substituirá Bedford Falls onde George Bailey não tinha existido. A cidade de Pottersville está um caos e mostra a relevância de George Bailey na cidade e na vida dos moradores locais.

 

 

 

Um filme imortal e eterno para conferir principalmente na época do Natal. Um dos grandes filmes da história do cinema. Lindo filme e muito bem produzido!

 

 

Nota: 5,0 de 5,0.

Review – Flashdance: Em Ritmo de Embalo (1983).

 

 

Por Calil Neto

29 de julho de 2018.

Tinha visto este belo filme nos anos 90 na TV Globo e agora fiz uma revisão dele. Flashdance: Em Ritmo de Embalo (1983) é dirigido por Adrian Lyne com roteiro de Thomas Hedley Jr. e Joe Eszterhas em filme que em 1984 merecidamente recebeu o Oscar de melhor canção original com Flashdance…What a Feeling. Eu vibro com essa música até hoje!

 

 

 

Na trama Alex Owens ( Jennifer Beals ) tem dois serviços: de manhã é soldadora e dançarina de noite nas boates da vida. Dançarina sem formação, Alex aprendeu por conta própria e a vida. Dança muito mesmo assim. E um dia Nick ( Michael Nouri ), seu chefe do trabalho matutino, a vê dançando na noite e se encanta pela garota. Alex tem uma ex-dançarina profissional, a senhora Hanna Long ( Lilia Skala ), que a fica incentivando a se profissionalizar na dança.  E a moça segue seu sonho!

 

 

 

 

Um filme que traz sensualidade que mistura musical com puta trilha sonora com drama e romance.

 

 

Nota: 3,5 de 5,0.

Review – Brazil: O Filme (1985).

 

 

Por Calil Neto

27 de julho de 2018.

Conferi essa belíssima sci-fi com toques de comédia dos anos 80 Brazil: O Filme dirigida e roteirizada por Terry Gilliam membro do grupo de humor inglês Monty Python que trabalhou na direção, atuação e roteiro de seus inusitados filmes pérolas.

 

Em um mundo distópico futurista que ao meu ver tem o título de Brazil como se nossa nação brasileira fosse o país ideal para se viver. Temos em uma narrativa que acontece próxima ao período do Natal o protagonista Sam Lowry ( o ator britânico Jonathan Pryce ) que segundo o diretor Terry Gilliam foi o ator ideal para o papel que é um funcionário que trabalha em um terminal de computadores do governo ultramoderno e computadorizado, dentro do Ministério da Informação, que vai tentar consertar um erro da Justiça e uma prisão injusta de um governo se assim podemos dizer totalitário. Sam vive paralelamente ao mundo real um mundo utópico onde ele é uma espécie de  super-herói voador e que tem a garota do seus sonhos. Uma forma de escapismo do personagem de sua realidade.

 

 

 

 

No elenco temos Robert De Niro que faz um tipo de rebelde deste estado totalitário que Terry Gilliam acreditava que o ator não aceitaria o personagem por causa de sua fama e Bob Hoskins (o eterno Mario Bros do cinema) que faz um personagem que conserta tubos e ar condicionado.

 

 

 

A música tema do filme é a brilhante Aquarela do Brasil, conhecida internacionalmente, de Ary Barroso.  Um belo filme internacional que não deixa de ser uma homenagem ao nosso Brasil e abordar a busca desenfreada do padrão estética da beleza.

 

 

Nota: 4,0 de 5,0.