A importância da trilogia Matrix para a história do cinema e a vida do Homem.

 

 

Por Calil Neto

23 de agosto de 2019.

A franquia Matrix estrelada por Keanu Reeves, Carrie-Anne Moss e Laurence Fishburne  quando foi lançada no final dos anos 90 foi revolucionária na época com todos os seus efeitos especiais e mensagem conquistando grande sucesso de público e ótimas críticas além de conquistar vários Oscars como reconhecimento. Tive a oportunidade de assisti-la no cinema o que melhorou a experiência de apreciá-la.  É dirigida, escrita e com produção executiva para a Warner Bros dos The Wachowski Brothers antes de se tornarem-se as transgêneras Lana Wachowski e Lilly Wachowski. É muito complexo comentar a respeito dessa franquia que filosofa sobre diversos temas como religião ( Messias e o cristianismo), política, sociedade, astrologia, capitalismo, meio ambiente, ciência, um sistema em que vivemos. Diversos livros foram escritos para debates sobre os filmes e a Matrix. Não deixa de ser uma série de filmes que teorizam uma profecia em relação ao futuro de nosso planeta e aos nossos dias que em pleno século XXI não vive sem o mundo virtual, a redes sociais ( no “país” das maravilhas e das pessoas sem problemas) e das novas tecnologias. Ser humano Versus Máquina. Realidade Versus Ilusão. Um puta trabalho deixado para o Homem e que dialoga com a nossa sociedade. Vamos ver como será o quarto filme da franquia Matrix que já foi confirmado. Caprichem!

 

 

Matrix (1999)

 

Matrix Reloaded ( The Matrix Reloaded – 2003 )

 

Matrix Revolutions (The Matrix Revolutions – 2003)

 

Matrix 4 ( 202? )

 

Nota: 5,0 de 5,0.

Review – Parasita ( Parasite – Coréia do Sul – 2019 )

Por Calil Neto

19 de agosto de 2019.

Parasita é dirigido pelo sul-coreano Joon-ho Bong o mesmo diretor dos belíssimos O Hospedeiro e o fofo Okja lançado pela Netflix e tem seu mostrado um competentíssimo profissional na direção e roteiro de seus filmes. Neste filme vencedor da Palma de Ouro em Cannes em 2019 que assina o roteiro junto com Jin Won Han temos a sociedade coreana e seu contraste social em problema que assola praticamente que o mundo inteiro. Enquanto alguns tem suas vidas extravagantes outros vivem na miséria e no desemprego. Sem falar que é um filme filosófico e até poético e grotesco em algumas sequências. Mostra a busca do poder e do status por parte da pobre e interesseira família que quer se aproveitar das conquistas da abastada família que vive em uma mansão que é conhecida nas localidades por ser mal assombrada. Um filme que nos mostra as mazelas sociais e a miséria humana. E se pudermos citar o livro do saudoso José Saramago com seu livro Ensaio sobre a Cegueira que nos leva a refletir sobre a “cegueira humana” e o olhar do ser humano para o próprio umbigo.

Nota: 4,0 de 5,0.

Review – The Banana Splits Movie (2019).

The Banana Split The Movie foto 2

 

Por Calil Neto

18 de agosto de 2019.

The Banana Splits Adventure Hour foi um seriado norte-americano de sucesso para o público infantil criado por Hanna-Barbera exibido entre 1968 e 1970 pela NBC. E quando foi anunciado que teríamos um filme de horror The Banana Splits Movie (2019) envolvendo o seriado com produção da Blue Ribbon Content junto com a Warner Bros com certeza muitos acharam que era uma piada.

 

The Banana Split The Movie

O longa tem direção de Danishka Esterhazy com roteiro de Jed Elinoff e Scott Thomas e na trama que acontece nos dias atuais com toda a tecnologia dos celulares que filmam e redes sociais temos o pequeno aniversariante Harley ( Finlay Wojtak-Hissong )  que ganha de sua mãe Beth ( Dani Kind ) de presente uma ida com a família para assistir a gravação ao vivo do seriado que seu filho tanto ama que vai perceber que seus fofos ídolos não são o que ele vê na televisão. Beth é casada pela segunda vez com Mitch ( Steve Lund ) e teve com ele seu mais novo filho o garotinho Harley.  Logo na trama descobrimos que Mitch está traindo sua esposa e Beth não vai gostar nada. Beth teve em seu primeiro relacionamento o estranho jovem de 19 anos Austin ( Romeo Carere ) que não gosta do padrasto. O criador dos bonecos do seriado atualiza suas criações e logo quando o programa é cancelado pelos administradores da programação e do canal os personagem começam a deixar de ser bonzinhos. Um filme bobinho mas que não deixa de ser passatempo apreciável.

 

 

Nota: 3,0 de 5,0.